Pane. Colapso total. Parei. Entrei em curto. Perdi a capacidade momentânea inclusive de escrever. Então, vou de Lenine, de um CD que ganhei de aniversário e não parou mais de tocar no meu carro.
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não para
Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora vou na valsa
A vida é tão rara
Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência
Será que é o tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara
Refúgio...
Devaneios, alguma literatura e desabafos...
quarta-feira, outubro 11, 2006
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