Ok. Depois de dois dias da linda e tocante literatura do Gus, voltemos aos meus devaneios. Prometo que é só um pouquinho. Antes de começar, porém, um aviso: anônimos, apresentem-se ou sumam, tá bom? Cansei da brincadeira.
Vindo pra redação, pós uma manhã de pouco trabalho, muita diversão e um almoço sem precedentes, escutei uma música que eu amo. Mas hoje foi diferente e, o melhor, é que descobri o porquê: ela me faz ter saudades de coisas que eu não vivi. Estranho? Talvez, mas acho que não. Minha inspiração e o que me move hoje: "Liberdade é ser senhor do próprio tempo". A frase é do Albert Camus, em A morte feliz. E eu tô me esforçando pra isso.
Devaneios, alguma literatura e desabafos...
sexta-feira, setembro 30, 2005
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13 comentários:
Tali, só não fai resolver esse negócio de mandar no próprio tempo como fez o personagem desse romance (inacabado) do Camus, tá? E se fizer, que não seja comigo, hehe. Bj.
Fica calminho, Gus. O desfecho não será o mesmo. No entanto, tu pode estar nele, viu?
A pergunta que não quer calar: Como terminaria a frase do Camus?
E não pede pra eu sumir linda
Linda e lisa então, garota? Beleza pura!
"...
Vivo sempre no presente. O futuro, não o conheço. O passado, já o não o tenho.
..."
Taline, 1 beijo.
Dear anônimo,
Não foi o Camus que deixou milhares curiosos com uma frase inacabada. O que, aliás, acabou tendo como resultado uma série de teses e dissertações em busca de explicação pro fato. O autor da célebre frase foi Kafka, em O Castelo. Pra constar.
Ops! Perdoa a minha falha linda
Tali...adorei o "oi" na sacada!
Aquela sacada é bonitinha e ordinária né? Se a cidade ainda fosse uma província (e pra moá ela ainda é!) os jornalistas nem precisariam sair dali para fazer suas pautas, hihihi!
Bom final de semana!
Ósculos!
É vero, Pree! Tu sabe que ótimas pautas já foram pensadas ali. E gostei do ósculos. Pra ti também!
Max,
Espero que as coisas estejam bem por aí. Não deixa de dar notícias, tá?
Juky,
Esse é o clima mesmo...
Beijos nos dois.
Em tempo. O romance "A Morte Feliz", de A. Camus, é inacabado mesmo. Ele morreu sem concluir o trabalho e sua esposa editou a partir de colaborações questionadas pela crítica, que em parte considerou uma forçada de barra. O romance "O Castelo", de F. Kafka, ninguém sabe se é inacabado ou se foi de propósito que ele encerrou a obra na medate de uma frase. Essa frase inacabada de Kafka é aquela que provocou, há algum tempo, aquele forrobodó todo por aqui. E a máxima citada pela Tali hoje é do romance realmente inacabado de Camus. Essas informações não tem pretensão histórica, claro. Soube em pesquisadinhas esportivas e, ao que parece, foi assim mesmo. Abç,
Tali,
Mando notícias sim.
Depois, quando tiver mais coisas interessantes, mando um e-mail gordo pra você.
Por hora, esse findi devo colocar mais algumas fotos no album, ..., vai acompanhando, eu sempre aviso.
1 + 1 beijo
Luxo é uma colaboração como esta sua, querida Belinha. Ainda mais com esses requintes de Coltrane. Comprei um CD dele cujo título, numa superlivre tradução, é mais ou meno "Colrane toca só para os amantes". Chega a ser impróprio para menores. Bj,
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