Devaneios, alguma literatura e desabafos...
terça-feira, outubro 18, 2005
Quanto tempo devemos esperar pelo amor da nossa vida? Meses? Anos? Florentino Ariza esperou cinqüenta e um anos por Fermina Daza. Os dois são os personagens principais do livro Amor nos Tempos do Cólera, do Gabriel García Márquez, baseado na história dos pais dele. Me falaram disso hoje pela manhã...
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Arquivo do blog
- fevereiro (3)
- janeiro (1)
- julho (1)
- abril (1)
- março (1)
- fevereiro (3)
- dezembro (2)
- outubro (2)
- setembro (1)
- agosto (1)
- maio (6)
- fevereiro (2)
- janeiro (6)
- dezembro (4)
- novembro (1)
- outubro (8)
- setembro (5)
- agosto (5)
- julho (6)
- junho (5)
- maio (3)
- abril (5)
- março (4)
- fevereiro (4)
- janeiro (4)
- dezembro (1)
- novembro (7)
- outubro (3)
- setembro (5)
- agosto (8)
- julho (8)
- junho (11)
- maio (12)
- abril (12)
- março (15)
- fevereiro (14)
- janeiro (21)
- dezembro (15)
- novembro (22)
- outubro (15)
- setembro (19)
- agosto (16)
- julho (10)
- junho (17)
5 comentários:
"O comandante olhou Fermina Daza e viu em suas pestanas os primeiros lampejos de um orvalho de inverno. Depois olhou Florentino Ariza, seu domínio invencível, seu amor impávido, e se assustou com a suspeita tardia de que é a vida, mais que a morte, a que não tem limites."
Obrigado por lembrar, Tali.
Eu que deveria agradecer pela linda comparação. Honrada.
garcia marquez eh um puto!
Reconheço o valor da prosa de G.G.M., autor importante, referência fundamental. Li 100 Anos de Solidão e mais dois de seus livros considerados menores. Acho-o chato, apesar de bom. Não gosto desse realismo mágico ou fantástico latino-americano. Gosto é gosto, né?, já dizia aquele sujeito ao preparar uma sopa de bolas de gude.
Bacana isso, amigo Dani. Vai ser meu pensamento do Dias, sem sacanagem. Suas idéias vão se misturar às minhas. E eu acho que isso é o máximo que pode acontecer com as idéias que temos: migrar para a dos outros, determinar revisões, embaralhar, confundir, acrescentar, clarear. Mas interferir. Né? Abç,
Postar um comentário