Devaneios, alguma literatura e desabafos...

terça-feira, dezembro 06, 2005

Canção para embalar o sono de Lola

Ontem à noite , distrai-me durante uma entrevista e fiquei lembrando da minha personagem Lola (sabem qual é?). Imaginei-a depois de um dia exaustivo de trabalho chato pra chuchu, coroado com uma revigorante baladinha superbaladinha etílica com os amigos. Vi-a chegando no pequeno apartamento em que vive sozinha, no Bom Fim, linda, num pileque confortável. E percebi que lhe faltava algum conforto. Só um detalhe lhe separava da felicidade total. Nasceu, assim, "Cantiga para ninar uma moça depois da festa". Eis.

Olhe
Vem chegando a madrugada
Espiche o corpo de mansinho
E deixe o sono cortejar

Ouça
Os sons que chegam no seu quarto
Ensaiando mais um dia
Que só quer lhe agradar

Pense
No mosaico que se encerra
Ao abraço que inicia
Quando que você suspirar

Durma
Que amanhã tem mais um pouco
Que amanhã é só o começo
Que a manhã vai lhe esperar

G.M.

6 comentários:

Anônimo disse...

Lindo, lindo, lindo!!!!!!! Quero ouvir a melodia know!!!! Na minha cozinha, que a acústica é boa!!!!!

Anônimo disse...

Gata Garota falr em cozinha, e aquela nossa jantinha básica para "trocarmos" aquela fofoca(heheheh)Belê?Tudo em riba ainda?
Bju
Gta Garota

Anônimo disse...

Hummm....Sei bem do que tu tá falando! Vamos combinar, sim. Eu te ligo! Beijo

Anônimo disse...

OKEY, ESTAREI ESPERANDO. E COMO VC MESMA DIZ: FOFOCAS "INCRÍVEIS" TE ESPERAM...

BJ NO TITITI TB

Anônimo disse...

Delicado. Singelo. Puro. Lindo.

Não tem como a Lola não dormir com os anjos depois de ouvir esta canção.

Já tem som pra ela, Gus? Congratulations.

Anônimo disse...

Dani, Juky, Bela, Tali: vocês são muito gentis. Fiz uma melodia, sim, mas ainda está muito imperfeita, apesar da simplicidade que deve ter uma canção de ninar. E como sou analfabeto musical, não sei escrevê-la e tenho de usar o método português de imaginar a música e tentar reproduzir da melhor forma possível no violão, único instrumento que toco. De todo modo, muito obrigado pelas considerações. Abç, G.M.

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