Devaneios, alguma literatura e desabafos...

terça-feira, setembro 27, 2005

O fato é que eu tenho um monte de coisas pra fazer e continuo, dia-a-dia, empurrando elas com a barriga. E tentando não pensar. Tenho uma eterna mania de adiar ações não agradáveis, apesar de saber que a solução resultaria em um imenso prazer. Ontem tive uma reação totalmente extrema e infantil. Pro meu azar e dos que estavam comigo. Sorry, aos dois. Ok. Ontem foi ontem, né? Devo estar no meu inferno astral. Pensando bem, acho que isso não passa de desculpa pra justificar erros e mal-humor e deslizes. Ô contradição! Ando que não sei se caso ou compro uma bicicleta ou fujo pra Bahia (talvez volte qualquer dia). Clichê. Cheia de planos e idéias. A curto, médio e longo prazo. Decidida. Adio, mas quando decido, tá feito. Em alguns pontos, porém, no momento, sei mais sobre o que não quero. Primeiro passo.

..."Ai quanto querer cabe em meu coração"...

8 comentários:

Anônimo disse...

É do Dave Matthews, e serve perfeitamente pra mim...

Come see,
I swear by now
I'm playing time against my troubles, oh
I'm coming slow, but speeding.Do you wish a dance?
And while I'm in the front,
My play on time is won.
Oh, but the difficulty's coming here.I will go in this way
And I find my own way out.
I won't tell you to stay, oh no...
But I'm coming to much more.Me...All at once the ghosts come back
Reeling in you now.
Oh, What if they came down crashing?
Anyway, we used to play
For all the loneliness that nobody notices now
Begging slow I'm coming here.Only waiting.I wanted to stay.
I wanted to play.
I wanted to love you.
I'm only this far
And only tomorrow leads the way.I'm telling you... waltzing back and
Moving into your head.
Please.
I wouldn't pass this by.
Oh no, but I wouldn't take more than I need.
What sort of man goes by?
I will bring you water.
Why won't you ever be glad?
It melts into wonder
I came and I'm praying for you.
Why won't you run into rain and play?
And let tears splash all over you

Anônimo disse...

É do Olavo Bilac, e serve perfeitamente para mim..

Batatinha quando nasce,
Se esparrama pelo chão
Menininha quando dorme,
Se acomoda no colchão

E tem outra, do Augusto dos Anjos:

Atirei um limão n'água
De pesado foi ao fundo
Os peixinhos responderam
Vai trabalhar, vagabundo

Não é lindo?

Anônimo disse...

PArece que o amigo g.m. se incomodou. Lamento meu caro.

Anônimo disse...

Não, amigo sem-nome. De forma alguma. Pelo contrário, inclusive. Eu sinceramente acho que humor não pode ter terreno proibido. Nem canções românticas e profundas (não sem em qual categoria está esta aí do Dave) estão livres. Mas é só o que eu acho e este é um blog democrático, você pode não gostar de piada. Ou das minhas. Ou desta em especial. Será sempre bem-vindo, com ou sem humor, mesmo que eu não saiba quem você é. Será um privilégio. Abraço,

Anônimo disse...

Tu sabe que sou eu, e eu sei que você sabe disso (?!). Já esqueci de tudo, sabia? O outro, o que ficou lá em casa, não deve nem ter notado que na verdade tu queria mesmo era estar na Bahia. Afinal de contas, foi ele que dormiu abraçado em ti, não?

Anônimo disse...

Gente, esse blog tá um perigo!!!!

Divino!

Bjus aos jornalistas que tem muito mais que três palavrinhas...

Anônimo disse...

Lindo, lindíssimo. Os olhos encheram d'água, tamanha emoção e profundidade de nossos caros parnasianos.

Anônimo disse...

Tá sim, Dani. Não se trata da pessoa que tu pensa. Aliás, ela também tá muito curiosa...

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