Devaneios, alguma literatura e desabafos...

sábado, novembro 19, 2005

De tanto bater, meu coração parou...

7 comentários:

Anônimo disse...

"Thomas Seyr (Romain Duris) é um homem de 28 anos que parece destinado a seguir os passos de seu pai no imoral e às vezes brutal mercado de negócios imobiliários. Entretanto uma oportunidade inesperada o faz acreditar que possa se tornar um grande pianista, assim como foi sua mãe. Dedicado, Thomas começa a se preparar para uma audição com uma virtuose chinesa, que não fala nada de francês. Porém as pressões de seu trabalho diário logo se mostram mais pesadas do que Thomas poderia suportar."

Anônimo disse...

Tali, ainta tenho a impressão de que um livro famoso deu origem ao filme. Não existe um livro com esse título?

Anônimo disse...

"De Tanto Bater Meu Coração Parou é uma refilmagem francesa de um filme interessante, mas injustamente ignorado, feito nos anos 1970, Fingers ("Os Dois Mundos de Billie"), de James Toback.

O primeiro filme foi um drama sobre obsessão e identidade ambientado num mundo de frieza masculina ao estilo dos livros de Norman Mailer.

O remake de Jacques Audiard, escrito em colaboração com Tonino Benacquista, conserva a premissa e a estrutura básica do original, mas faz um acréscimo crucial.

A grande novidade de De Tanto Bater... é que Tom vai se preparar para a audição com a ajuda de uma jovem e bela pianista chinesa (Linh-Dan Pham), recém-chegada à França e que nem sequer fala uma palavra de francês.

É uma pena que essa relação dele com a pianista não seja explorada mais a fundo, porque percebe-se que Audiard quer que ela constitua o cerne do filme.

Através dessa relação não verbal, o protagonista descobre sua natureza verdadeira. Um epílogo reflete as transformações operadas em Tom pela música e por sua professora de piano. Apesar disso, o diretor dedica apenas duas cenas importantes do filme a essa relação, que teria merecido muito mais.

As contribuições técnicas são substanciais. A trilha sonora de Alexandre Desplat, um misto de Bach e pop, ganhou o Urso de Prata de melhor música no Festival de Berlim."

Anônimo disse...

Gus, não sei se existe livro com esse título. Max, meu caro Sherlock, como tu mesmo diz, na maioria das vezes as coisas são simples. Mas volto a te afirmar: nem sempre! Sim, o meu post tem como origem o título do filme. No entanto, não foi feito, nem de longe, em função da película...

Anônimo disse...

Em nenhum momento tive dúvida disso, quanto a função.
Bjs

Anônimo disse...

Teu coração não batia... apanhava!
Melhoras

Anônimo disse...

Bom, teria uma série de réplicas a fazer. Mas não converso com anônimos...

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